ConceiToscos

30/09/2007 13:48



enviada por GeisyDias



29/09/2007 16:02

Certo ou Errado?

E tem sim o dia em que as coisas estão lá, certas. Certíssimas.
É quando elas estão tão certas que ficam completamente erradas.
Erradas. Erradas para faltar luz. Erradas para demorar voltar. Erradas para seu computador dar uma de louco. Mas estão se julgando tão certas, que acabam acontecendo com a maior naturalidade. Como se fosse assim sempre. Como se tivesse de ser assim sempre. Como se o que antes era certo, é apenas errado. E sempre foi errado. E que, agora sim, o certo tava acontecendo. Ou melhor: o errado. Estão tão ligados, certo e errado, que não sei se é certo dizer que é errado o que escrevo.
E se for errado? Devo parar?
Mas pode estar certo...
Mas... o que é certo? A luz faltar? O computador pifar? A conversa não vir?
Ou o tempo passar?
enviada por GeisyDias



20/09/2007 16:47

Felicidade…

Vivemos numa incansável busca a felicidade… felicidade no amor, no trabalho, na rua na escada, na esquina, enfim, na vida. Para falar disso, todo mundo é especialista, não porque todos são felizes, mas porque todos querem encontrar a tal felicidade. Tem gente que procura atrás da porta, debaixo da cama, naquela caixinha de fotos antigas… só que a caixa está muito suja… mesmo assim encontramos fotos com belos sorrisos estampados no rosto. Aí pensamos: “naquele tempo eu era feliz e não sabia!”. Feliz? Se você era feliz “naquele tempo” então nada mudou; daqui a cinco minutos você tira uma foto com o mesmo sorriso e descobre cinco anos mais tarde que “era feliz e não sabia”.
Mas que mania é essa, hein? Felicidade! Felicidade! Chega disso! Se a gente é feliz (ou não) a vida continua e o tempo não volta (ou pára). O que se deve fazer é olhar para frente e continuar a andar, a sorrir, a chorar, a cair, a se levantar… aí encontraremos a tal felicidade: o segredo é viver!
26/06/06

enviada por GeisyDias



09/09/2007 19:02

“Quantos Somos? Seis! Quantos Somos?”

Naquele dia foram mais irresponsáveis. Não se preocuparam com pontos “extras” somados às suas notas (baixas). O que queriam mesmo era a diversão. A diversão que só uma roda de amigos – ou iniciantes – pode trazer.
Lih foi a primeira a terminar. Não podia ser tão diferente. Afinal, essa era a marca que ela mais se orgulhara de mostrar.
Depois (não se sabe bem a ordem) saem Rafaelly e Riccardo. Ambos tão despreocupados quanto Lih – ela contagiou a todos.
Logo após, de outra sala, sai Caio. Encontra Lih e começam a conversar.
Bem longe do imaginável, sai Geisiane – ela não fez seu simulado; marcou qualquer coisa em quase todas as matérias. Só depois pôde ver que havia respondido Biologia e não passara para o gabarito. Lascou-se! – muito feliz por ter tido um simulado “não respondido” em suas mãos e que não lhe preocupara, não pelo menos até o momento.
Encontram-se todos na portaria da escola, conversando assuntos variados, mas que sempre giravam em torno de determinada comunidade. Lih conversava com Caio. Rafaelly com Riccardo e Geisiane no meio dos quatro, calada, mas mesmo assim, bem, sentindo-se capaz de intervir na conversa de quem quisesse, e sem ser punida por isso.
No andar dos fatos, chega Priscila. Troca algumas palavras, deixa umas apostilas nas pernas de Geisy – sim, a Geisiane – e vai de encontro a sua amiga Daniella.
Depois de muito conversar, Rafaelly resolve dar o grito:
– A gente vai comer não! Eu to com fooome! Vâmo Lih! Vâmo Riccardo! Vâââmo Geisy!
Ah! Isso depois de Rafaelly ter saído correndo atrás de Riccardo, que queria dar fim em determinado conto...
E Lih responde:
– Eitaaaa! É meeesmo! Vai já Rafaelly! Rapi10!
Rafaelly resolve continuar o papo com Riccardo:
– Tu vai com a gente, né?
E Riccardo com ar de desdenho, diz:
– Rum! Você pagando, minha filha, eu topo tudo!
Rafaelly demonstra tremenda insatisfação:
– Êeeeita Riccardo! Tu ta pensando que eu tenho dinheiro, é? Meu querido, o que eu tenho aqui é só três reais e um vale! E se o senhor não sabe, eu tenho de voltar pra casa. Hunf!
Rafaelly resolve guardar o tal conto que Riccardo tanto queria dar fim, pois essa seria uma ótima oportunidade. Quando ela vai pô-lo em sua bolsa, resolve tirar alguns pertences. O celular de Riccardo estava lá. Rafaelly balbuciava alguma como “ainda dou um fim nesse celular. Será que ele nunca vai aprender a guardá-lo no bolso dele?”
Nisso, Rafaelly não percebeu, mas faltava algo em sua bolsa.
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Iam juntos – Lih, Caio, Geisy, Priscila, Rafaelly e Riccardo – à procura de um lugar barato para lancharem. A verdade é que estavam todos com fome e numa liseira só. Depois de uma “vaquinha”, arrecadaram algum dinheiro.
A caminho do Carvalho, pra ser mais preciso, bem à frente, Lih disse que não iriam comer lá de forma alguma, fato até hoje incompreendido por quem escreve.
Priscila dá a magnífica idéia: lanchariam na Modelo.
Rafaelly concordou instantaneamente. Lih, que tinha como única restrição a lanchonete do supermercado, aceitou sem nenhum problema. Rafaelly adicionou a informação de que sairia até mais barato, pois a diferença do preço do salgado era de 33,33% mais em conta.
Em contradição às meninas, veio Riccardo, com seu argumento de que a bomba da Modelo NÃO tinha queijo. Pena que só foi ouvido por Geisy, que não tinha interesse algum em bombas. E se Caio ouviu, não deu sinais disso.
E em contradição a ela mesma, que não ouviu a parte do comunicado que iriam lanchar na Modelo (e não na Paladar), Geisy fez sinal a Lih para entrarem na Paladar, já que se encontravam em frente ao estabelecimento.
Assim, dirigem-se à Modelo. Quando lá se encontram, a decepção: não havia salgado algum – só alguns hambúrgueres sem graça, que não interessou a nenhum do grupo. De lá, desolados, lisos e com fome, saem em direção ao “meio da Frei Serafim” (Lih ainda co parte considerável de seu corpo na avenida, o que causou uma pequena discussão entre Lih e Priscila, que tentava “salvar” a vida da colega de um possível bêbado, que possivelmente apareceria dirigindo algum carro ou uma moto e, possivelmente, a atropelaria) para pensar num lugar para matarem a sua fome. Pensaram em ir num supermercado próximo, mas sabiam que lá teriam de lavar pratos a noite inteira. Desistiram da idéia. [A narradora agora tenta lembrar quem teve essa idéia sublime, para poder dar um fosco no indivíduo.] Decidiram ir à Canadá Lanches, mas mudaram de idéia também. Riccardo lembrou que havia outra Paladar próxima. Julgaram que o preço seria o mesmo – somente se esqueceram de perguntar antes qual era.
Geisy nunca achou que o caminha era tão longo. Não foi somente ela. Lih, Riccardo, Caio, Rafaelly e Priscila acharam o mesmo. O que houve em conjunto – além da fome, é claro – foi o cansaço. E todos pareciam estar desanimados, prontos a desistir, caso não conseguissem, por algum motivo, não lanchar nesta “nova” Modelo da Coelho de Rezende.
Quando lá chegaram, foram perguntar o preço do salgado. Era um preço em que, com o dinheiro que possuíam, um teria de ser... sacrificado.
O telefone de Priscila toca. Ela fala com uma expressão apreensiva. Desliga-o. Nervosa, balbucia algo e sai. Vai embora, desgovernada, deixando dúvidas e pontos de interrogação nas cabeças de Geisy, Rafaelly e... Não. Somente nelas. Lih deixava no ar uma sensação de alívio. Parecia que o que acontecera fora maquinado por ela há muito, Rafaelly e Geisy estranharam e expressão que reinava na cara larga de Lih.
– Pode ir, Priscila! Oww! Que pena... Er... “Há males que vem para o bem!”.
O sacrifício feito, todos lancharam... Faltava uma pessoa. O ambiente não estava completamente tosco. Como se Elton estivesse intrigado por não terem lhe convidado para participar da epopéia, parece que baixa sobre o corpo de Lih e derrama o primeiro copo (detalhe: estava cheio) de coca-cola. Logo após, sobre Rafaelly, fazendo com que ela não sentisse ressentimento algum do que falaria:
– Ô Lih! Como é que tu faz isso, porra? Nem! Caaaaara! Tô te falando sério! Tô com uma vontade louca de te dar um murro!
Depois do ambiente batizado com a coca derramada – Lih quase chora por ela –, como que num castigo, Lih percebe – isso depois de ter comido metade da bomba – que na bomba não há queijo.
– Marrapá! Que porra é essa? Cadê a merda do queijo dessa bomba?
Geisy, que comia uma empada que lhe queimava a boca, diz:
– Oras! Tu num sabia não?
Riccardo:
– Eu disse!
Geisy:
– O Invisível disse quando a gente ainda tava na Paladar.
Lih:
– Não! Pelamoirdedeus! Vou comer isso não! Nem! Cadê o queijo, ó? Aff!
Caio percebe que está escurecendo:
– Ei! Que horas são? Já são 18?
Geisy informa que faltam 5 minutos pra às 18h.
Caio solta um “eita porra”, enquanto Geisy diz a Riccardo para não pôr mais refrigerante para Lih, para compensar o que ela havia derramado. [Sim! Era o Elton!]
Ao que parece, Lih também deveria encontrar-se com seu namorado às 18 horas... se estivesse em casa.
Há algo errado no rosto de Rafaelly. Ela retira tudo que há na bolsa e grita:
– EU NÃO ACREDIT! ESQUECI MEU CELULAR NO COLÉGIO! EITA PORRA! (...) A MAMÃE JÁ DEVE TER ME LIGADO PRA CARAMBA!
E Riccardo ri do acontecido – Elton parece estar presente nele agora.
Riccardo paga a conta. Restaram apenas alguns centavos trocados. Caio com um conhecido seu que trabalhava na padaria. Lih observava os vinhos expostos com uma louca vontade de roubar todos... Rafaelly desesperava-se com a idéia de ter de voltar à escola para pegar seu celular. [Como ela pode ter esquecido?] E Geisy? Bem, Geisy observava tudo. Ficara intrigada com algo que se repetiu. Não queria que houvesse uma terceira repetição.
Foi inevitável. Geisy recebe uma mensagem. Seu pai dizia que era para ela estar pronta às 18 horas, que ele iria lhe pegar em sua casa para irem ao aniversário de duas tias suas.
Estava completo o que ela temia! Elton deixava claro que fatos como esse não poderiam mais acontecer sem sua tosca presença tosca. O número se repetiu três vezes. Caio devia estar em casa ás 6 da noite; Lih encontraria seu namorado ás 6 da noite e Geisy deveria estar em casa às 6 da noite. 6. 6. 6.
“Quantos somos? Seis! Quantos somos? Seis! Seis cavaleiros...”
Elton gritava em sua casa, morto de felicidade, sua música predileta do Babau do Pandeiro. E finalmente pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. Bêbado em sua casa ouvindo Babau e infernizando a vida de seus sobrinhos.
Agora Elton era uma um Homem Realizado! Provara que a tosquice estava presente em toda parte, assim como ele...
enviada por GeisyDias



24/06/2007 12:55

aUla De MatEmÁtIcA!(20/06/2007)

Durante uma aula de Matemática, eu e minha amiga Daniella conversávamos em sua folha que deveria estar com cálculos... as letras deveriam ser incógnitas... acho que conseguimos encontrar o valor de cada uma delas... Hehe! Aí segue nossa conversa, que tive que passar um bom tempo pra convencer a Dani a me emprestar o papel com nossas viagens!

Ah! Só pra efeito de informação: eram duas aulas seguidas, os dois últimos horários, e n´so não estávamos bêbadas, drogadas nem nada parecido, só mesmo com muito sono, muita e fome e um tédio interminável!



Daniella: Toda aula dele minha perna dói, o que será?



Eu: É um impulso psicológico. Seu cérebro manda à sua perna a informação de que é aula de Matemática, que o professor é o Arruda, que é quarta-feira, que você não gosta de Matemática, e tua perna sente uma vontade louca de fugir daqui. Daí, pela inércia, teu corpo tende a ficar parado, logo, sua perna, que está presa a seu corpo, não pode se deslocar, o que explica sua dor.


(Ufa!)

(Pode mangar! Eu deixo!)

(É o tédio)



Dani: Nossa, isso é um laudo médico. Vou deixar aqui pra ficar registrado. É, valeu por me ligar dessas, talvez isso seja um problema ou alguma frustração de quando eu era criança, é meu subconsciente... Será? Freud explica!


Eu: Vâmo perguntar pra ele? Hehe!


Dani: Só se for na sessão espírita!


Eu: Nada! A gente arranja uma máquina do tempo, pow! Daí a gente aproveita pra tirar a (nossa) sua frustração, né?


Dani: É legal, mas onde a máquina está? Te juro! Amanhã trarei um caderninho p/ ficar registrado esses momentos lindos. O que vc acha?


Eu: Aulas de Matemática não são assim tão chatas... Pensa aí: como eu ia pensar em tanta besteira assim numa aula de Literatura?


E VIVA O PAPEL E O GRAFITE!
(Geisy bêba)



Dani: VIVA O ARRUDA!!!! A Priscila¹ não pode participar, ela gosta da aula.


¹ Aluna que gosta de Matemática, ou seja, que gosta da aula do Arruda. Senta na cadeira atrás da Dani, que senta ao meu lado.

Dá Pra perceeber que a Dani também não gosta muito de Matemática... assim como eu!



Dani olha sua folha e não enxerga o resto dos cálculos... talvez pelo fato de eles não estarem lá...


Dani: CADÊ? O RESTO DOS CÁLCULOS?
Finalmente, a partir de hoje, vou gostar de Matemática.
Ei, eu axo que isso é uma grande expressão da nossa tosquice, nossa... Que lindo! Será que não somos?


Eu: Putz, Dani! Tu ainda tem dúvidas em relação a mim? Hoje tu só me provou que TAMBÉM é tosca... Viu? A tosquice dominando o mundo! Eu sabia que ia conseguir revolucionar o conceito! HAHAHA! (Geisy com sorriso malígno)


Dani: É... Será que você é mal (com U ou com L, eu nunca sei, é, mas eu vou fazer vestibular no fim do ano, redação!), como eu, eu duvido! Afinal, EU SOU MUITO MAL(U?)!


Eu: MAL contrário de BEM.


MAU contrário de BOM.
É com "L", benígna... Sacas?
Geisy faz uma associação que só ela entende...
MAS EU SOU PIOR! HAHAHA!
(e as carteiras chegam)
HUHU! VIVA A AULA DE MATEMÁTICA, que é cansativa, que me dá sono, fome, tédio.
VIVA! Ela ACABA! Pois se está viva pode (deve) morrer! HUHU!


Dani: Nossa! Isso dá um livro. Algumas pessoas possuem uma capacidade INVENTIVA sem igual. Já pensou no lado bom? A aula de Mat. (legal esse "Mat.", dá uma idéia de matar, morrer, sei lá, é filosófico). Isso, essa aula, despertou a imaginação, livrou-nos do tédio, e o melhor de tudo: A MINHA PERNA DÓI MENOR, isso é meu psicológico, né?
Dani risca o nome "MENOR", e puxa uma seta, pra explicar o equívoco.
Que idiota! Não é menor, é porque o sinal de - da mat me fez escrever menor, é sério, foi mal. Acho que esse que esse "mo" (sei lá!) não se enquadra em nenhuma das alternativas, vai ficar como?
FOI BOM ou FOI BEM?



Eu: Levando-se em consideração que o sinal de menor é "-", foi bom...
Levando-se em consideração que o sinal de menor é ">", foi bem...
Ou não! Isso é relativo! Tudo é relativo, porque no dia que eu quiser que o sinal de menos "-" signifique soma (+), é só eu querer,pow! Afinal, tudo é relativo. Porque o relativismo também é relativo, já que esse se enquadra na dimensão da palavra "TUDO". Não é? E então... Será que é relativo o Arruda tirar a gente da sala!?
(Geisy relativamente confusa)



Dani: Com certeza! Ei, a Priscila precisa colocar marquinha antes que a campa toque, pra ficar nos registros históricos ou literário, mas nunca bológicos! Hehe! Brincadeira, papel são arvorizinhas mortas, celulose...


Priscila: Oh... Oh... Eu gosto da aula do Arruda.
(Priscila pela defesa da aula que ela gosta)



Dani: VIVA A AULA!

Eu: VIVAAAA!

Prisila: ViVaaa...
enviada por GeisyDias






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